Em parceria inédita, PCGO e Defensoria Pública lançam campanha Defesa em Dobro

Publicado em 15/05/2017
Fonte: A A A

IMG_9064A Polícia Civil de Goiás e a Defensoria Pública de Goiás deram início, na manhã de segunda-feira (15), à campanha Defesa em Dobro. Trata-se da primeira parceria estabelecida pelas duas instituições na história do estado. O objetivo é fortalecer tanto a complementaridade de atribuições quanto a rede protetiva estabelecida para estender o apoio oferecido às mulheres vítimas de violência doméstica.

Estiveram presentes à solenidade, entre outras autoridades, a titular da 63ª Promotoria de Goiânia, especializada no combate á violência doméstica contra a mulher, Rúbia Corrêa Coutinho; a defensora pública geral do Estado de Goiás, Lúcia Silva Gomes Moreira; a defensora Adriana Junqueria de Oliveira; o delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, Álvaro Cássio dos Santos; o superintendente de Polícia Judiciária, delegado Alécio Moreira Júnior; a titular da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia, delegada Ana Elisa Gomes Martins.

Em seus discursos, as autoridades enalteceram a necessidade de se reforçar a rede de proteção às mulheres em situação de violência doméstica. Para o delegado-geral da PCGO, é imprescindível avançar nessa rede protetiva para além das medidas já fixadas pela Lei Maria da Penha. “É preciso garantir à mulher a independência, inclusive econômica, necessária para que a continuidade do vínculo torne a agressão crônica”, salienta.

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Defensora pública-geral, Lúcia Gomes Moreira, em lançamento da campanha Defesa em Dobro

Complementaridade
Já a defensora-geral encareceu o caráter complementar das atividades desenvolvidas pela Polícia Civil, mormente pelas Deams, e a instituição por ela representada. “Temos de trabalhar pelo constante aprimoramento dessa rede de apoio à mulher, e um pontapé inicial é esse empenho em fornecer uma gama de informações mais ampla”, comenta.

Para a promotora da mulher, uma evolução do sistema de proteção a mulheres vítimas de violência doméstica será representada pela superação da via judicial como única forma de início do processo de superação da condição degradante. “É preciso aprimorar certos instrumentos de apoio no que diz respeito à recuperação econômica e psicossocial dessas mulheres”, salienta.

Fonte: A A A
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