DIH prende suspeitos de chacina ocorrida em bar no Parque Amazônia

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A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) cumpriu, na última sexta-feira (03), as prisões preventivas de Mac Douglas Teixeira do Nascimento (vulgo “Padrim” e considerado mandante), Winter Silvestre da Silva Rezende (considerado executor) e Ericsson Dias Calixto (considerado coautor), suspeitos de uma chacina ocorrida em um bar no Parque Amazônia, em Goiânia, no dia 31 de janeiro deste ano.

Durante as investigações, foi apurado que o alvo do crime era o bar, considerado ponto de tráfico de drogas na região, além de quem estivesse frequentando o local no momento do crime. Isso porque Mac Douglas, suspeito de ser o mandante, teria dado a ordem para que não fossem comercializadas no estabelecimento drogas de facção rival a que pertence, o que foi descumprido.
Assim, de dentro da penitenciária em que está cumprindo pena, teria dado a ordem para que o suspeito Kassio Ernane Barbosa de Souza (que está foragido) fosse até o local, no dia dos fatos, e repassasse todas as informações possíveis ao suspeito Winter Silvestre, que estava abrigado em Senador Canedo, amparado pelo suspeito Ericsson Dias Calixto, responsável pelas armas de fogo e pelo local de refúgio dos criminosos.

Os supostos executores chegaram no bar atirando de forma indistinta e covarde, vitimando fatalmente Bruno Araújo dos Santos e Jadson Braga da Silva, além de tentar contra a vida de Josivaldo Fernandes e Ronilson Mendes, que apresentaram graves lesões. Em pouco mais de um minuto de execução, evadiram do local.

As investigações foram encerradas e o procedimento, remetido ao Poder Judiciário com o crime elucidado. As investigações foram coordenadas pelo delegado Murillo Leal Freire.

Kassio Hernane, foragido

A divulgação da imagem e identificação do preso foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho do Delegado Titular desta unidade, nº 000010828006 e Despacho nº 73/2020 – DIH/DGPC- 09555 dos responsáveis pela investigação, especialmente porque visa o surgimento de novas provas e testemunhas do homicídio em testilha, bem como outros crimes violentos na região.