Operação TNT: PCGO prende membros de facção criminosa envolvidos com homicídio

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), cumpriu nessa quarta-feira (20), três mandados de prisão temporária em desfavor dos autores de homicídio ocorrido na região noroeste de Goiânia, sendo que todos os envolvidos são membros de facções criminosas.

As prisões são resultado da continuação de uma investigação em curso na DIH, que apura a autoria, materialidade e circunstâncias da morte de Célio Arantes da Silva (vulgo “Ceguinho”), ocorrida no setor Chácara Mansões Rosa de Ouro, no dia 14 de março de 2019. Na ocasião, a vítima foi arrebatada de um bar no Setor Capuava por quatro indivíduos armados. Posteriormente a vítima foi torturada e morta por vários disparos de arma de fogo e teve seu corpo abandonado no setor Mansões Rosa de Ouro.

As investigações apontaram como autores deste delito as pessoas de: Alan Caique Peres da Silva (vulgo Kurt), Jonatan da Silva (vulgo Marabá), Caio Leonardo Martins de Brito (vulgo Carneirinho) e Igor Mateus Nascimento dos Reis (vulgo Cascão ou Detetive, morto em janeiro de 2020).

Durante o cumprimento do mandado de prisão de Jonatan da Silva, a equipe policial constatou que também existia em desfavor deles um mandado de prisão definitiva da Comarca de Goianira, o qual foi prontamente cumprido. O homicídio perpetrado contra Célio Arantes se deu porque os autores – todos com anotações criminais, sobretudo homicídio e tráfico de drogas – eram membros de facções criminosas rivais que disputavam o controle do tráfico de entorpecentes na região do Setor Capuava.

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi procedida nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC, conforme Despacho do(a) Delegado(a) de Polícia responsável pelo inquérito policial, de modo que a publicação de suas imagens possa auxiliar no surgimento de eventuais novas vítimas, testemunhas que possam prestar informações necessárias ao procedimento e também por se tratarem os investigados de membros de organização criminosa.