PCGO prende suspeito de praticar estupro em Orizona

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por intermédio das equipes das Delegacias de Orizona e Vianópolis, cumpriu, na noite de quarta-feira (19), mandado de prisão preventiva expedido em desfavor do investigado João Felipe Nogueira da Silva, de 34 anos, suspeito do crime de estupro (art. 213, do CP), perpetrado na noite do último dia 16, em Orizona.

De acordo com as investigações da PC, o suspeito ingressou na residência da vítima a pretexto de procurar por sua esposa e, ao perceber que ela estava sozinha, mediante o emprego de violência e grave ameaça, a levou até um dos cômodos da casa e praticou conjunção carnal e outros atos libidinosos. Conforme apurado, ele a enforcou, puxou os seus cabelos, desferiu golpes e veiculou ameaças de morte antes, durante e depois da consumação do crime.

Na noite do dia 17, segunda-feira, o suspeito entrou em contato com a polícia ostensiva, por intermédio de seus familiares, manifestando a sua pretensão em se apresentar à autoridade policial responsável pelas investigações. No momento em que foi encontrado no local indicado por ele, no entanto, nenhuma das hipóteses de flagrante delito catalogadas pelo Código de Processo Penal estavam presentes, tendo em vista, dentre outros fatores, o lapso temporal transcorrido e a inexistência de perseguição e/ou diligências continuadas.

No bojo das investigações, à luz dos elementos de informação reunidos, dada a gravidade do caso concreto e o risco à ordem pública, a PCGO representou pela prisão preventiva do suspeito ao Judiciário, que foi deferida e cumprida pelos policiais civis na noite de 19 em uma residência localizada na cidade de Leopoldo de Bulhões-GO, onde o suspeito estava escondido.

Após os procedimentos legais, foi encaminhado ao sistema prisional e encontra-se à disposição do Poder Judiciário.

A divulgação das imagens e identificação do indiciado foi realizada nos termos da Lei nº 13.869/2019, Portaria nº 02/2020 – PC e despacho do presidente do inquérito policial, visando informar a comunidade e identificar eventuais outras vítimas e, principalmente, testemunhas que possam trazer mais elementos de prova à investigação.