Criminoso de alta periculosidade é preso em Valparaíso de Goiás. Ele carregava documentos falsos

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Virgílio Lessa Lima

Policiais civis do Grupo de Repressão a Narcóticos (GENARC) e Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Valparaíso de Goiás prenderam em flagrante, no dia 25 de agosto, Virgílio Lessa Lima, de 43 anos, por uso de documento falso. Virgílio é foragido e acusado de crimes como tráfico e evasão de divisas.

A princípio, os policiais receberam uma denúncia anônima de que um veículo estaria transportando substâncias entorpecentes. Assim, deslocaram ao local da denúncia e abordaram o veículo suspeito. Todavia, não encontraram droga em seu interior, mas uma quantia de aproximadamente R$ 34 mil. Segundo os policiais, o suspeito teria dito que o dinheiro seria referente à venda de um veículo.

Na ocasião, o motorista apresentou uma CNH constando o nome de Carlos Alberto Magagnin. Desconfiados da procedência do documento, os policiais conduziram o motorista até a delegacia, onde realizaram busca minuciosa na viatura que conduziu o suspeito à delegacia. No carro, foram achados dois cartões bancários em nome de Virgílio Lessa de Lima.

Após a localização dos referidos cartões, o suspeito admitiu ser ele a pessoa de Virgílio, contra quem havia um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio, expedido pelo Poder Judiciário de Rondônia, sendo este imediatamente cumprido. A equipe do GENARC descobriu ainda outros dois mandados contra Virgílio.

Um dos mandados, pelo crime de tráfico de drogas, expedido no estado do Mato Grosso do Sul, determinava o recolhimento do suspeito à unidade penal de segurança máxima. Outro mandado, expedido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, refere-se ao crime de evasão de divisas e uso de documento falso.

Virgílio é considerado um criminoso de alta periculosidade, envolvido diretamente com o tráfico de drogas no país e com o crime organizado internacional. Na ocasião de sua prisão, além do montante em dinheiro citado, foram apreendidas com ele várias carteiras de identidade, entre elas, algumas com os nomes de Carlos Andrade Gutierrez, Carlos Alberto Magagnin e Adalberto Rodrigues.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Foto: Polícia Civil / GENARC / Valparaíso de Goiás