DIH prende autores que queimaram homem vivo no Parque Amazônia

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WhatsApp Image 2016-12-02 at 09.12.20A Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH) solucionou crime bárbaro ocorrido no dia 23 de Julho deste ano. Na ocasião, 2 homens atearam fogo na vítima Jorge Ribeiro de Souza.

As investigações constataram que Jorge possuía transtorno mental e residia em um barracão naquela localidade há anos. Testemunhas apontaram que um vizinho de nome Wallison estava aproveitando da debilidade de Jorge e criando confusão com a vítima.

No dia do fato, Wallison estaria acompanhado de seu amigo Johnathan e os dois planejaram agredir Jorge. Por volta das 20 horas, Wallison e Johnathan invadiram a casa de Jorge e começaram a agressão gratuita. Wallison portava um facão e golpeou a vítima por várias vezes. Johnathan, por sua vez, jogou álcool diretamente no corpo da vítima enquanto Wallison acendeu um fósforo e criou a combustão.

Jorge foi tomado pelas chamas e saiu correndo incendiado pelas ruas clamando por socorro aos vizinhos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer a vítima e a levou para o HUGOL, no entanto Jorge teve 90% do corpo queimado e não resistiu aos ferimentos.

Iniciada as investigações para apurar o homicídio, os investigadores rapidamente levantaram a qualificação dos criminosos, sendo eles Wallison Victor de Souza e Johnathan Pereira da Silva. Logo após o crime, Wallison teria fugido para a cidade de Americana em São Paulo enquanto Johnathan teria fugido para o Estado do Pará.

Prisões
O Delegado Dannilo Proto acionou a Polícia Civil de São Paulo e com o apoio desta localizou onde Wallison estaria se escondendo e logo em seguida conseguiu efetuar a prisão deste. Johnathan foi preso logo após retornar a Goiânia com a família. Os dois acusados confessaram a prática do crime e não souberam declinar a motivação para o cometimendo da crueldade.

Proto indiciou Wallison e Johnathan por crime de homicídio doloso triplamente qualificado. Os dois acusados permanecem presos preventivamente na Casa de Prisão Provisória aguardando julgamento.

Dannilo Proto agradece o empenho e parabeniza os esforços dos investigadores Renato Rodrigues, Jhefferson Osório e Marcos Antônio, além da escrivã de polícia Raquel Macedo.