GEPATRI de Itumbiara desarticula quadrilha mineira de roubos de caminhonetes

597
quadrilha camionetes
Fariston, John Miller e Windson

Policiais civis do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI), coordenados pelo delegado Lucas Finholdt, desarticularam, no dia 12 de maio de 2015, após o cumprimento de diversas medidas cautelares nos Estados de Minas Gerais e Goiás, uma quadrilha sediada em Ituiutaba-MG que praticava roubos de caminhonetes em Goiás.

Windson Ruggeri Silva, de 25 anos, Fariston Toscano de Medeiros Júnior, vulgo “Bob”, de 24 anos, e John Miller Costa, de 21, foram presos em razão da prática de roubo com quatro qualificadoras (emprego de arma, concurso de duas ou mais pessoas, subtração de veículo para outro Estado e restrição da liberdade da vítima).

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e prisão em Ituiutaba-MG e Anápolis-GO, além de sequestro de bens de um dos investigados. Fariston e Windson foram presos em Ituiutaba pela equipe do GEPATRI, com o apoio da Polícia Militar da cidade mineira. John Miller, por sua vez, foi preso em Anápolis em operação conjunta dos Grupos de Repressão a Narcóticos (GENARCs) de Itumbiara e Anápolis.

De acordo com as investigações, pelo menos dois roubos cometidos em Itumbiara foram praticados pela associação criminosa, conforme comprovado em inquéritos que tramitam no GEPATRI de Itumbiara. O primeiro roubo teria acontecido no dia 16 de março de 2015, no centro da cidade, cuja vítima, um empresário, teve uma caminhonete Chevrolet S10 tomada de assalto, além de objetos pessoais e uma bicicleta de alto valor comercial.

Já o segundo roubo qualificado ocorreu no dia 23 de abril de 2015, na cidade de Itumbiara, no qual uma caminhonete Toyota Hilux e pertences pessoais de um juiz de Direito foram subtraídos por três indivíduos armados. Interrogados, cada um dos investigados confessou a autoria de pelo menos um dos delitos. Os objetos dos crimes foram encontrados com os três presos.

Diversos objetos das vítimas foram recuperados, tais como, televisão, relógio, aparelhos celulares, óculos escuros e objetos eletrônicos. Os investigados, que foram reconhecidos pelas vítimas dos roubos, já haviam sido presos anteriormente por crimes como homicídio, roubo, porte de arma, furto e tráfico, sendo considerados de alta periculosidade.