GEPATRI de Rio Verde desvenda latrocínio de comerciante. Criminosos procuravam cofre

461
neuzelia
Neuzelia Bela Santana

A Polícia Civil de Goiás, através do Grupo Especializado de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) de Rio Verde desvendou o latrocínio contra o comerciante Jadir Barbosa Uberaba, de 62 anos, morto com cerca de 10 facadas, no dia 6 de julho de 2015, dentro de sua mercearia, localizada no Bairro Santa Cruz II, em Rio Verde. Segundo o delegado Welington Ferreira Lemos, com depoimentos de testemunhas do crime e após o interrogatório de três investigados presos temporariamente, o crime está praticamente esclarecido.

De acordo com as investigações, Neuzelia Bela Santana, de 48 anos, conhecida como “Neguinha”, e Geovane da Silva Juvileschi, de 20 anos, conhecido como “Chan”, são suspeitos de terem planejaram o roubo que progrediu no latrocínio em questão. “Neguinha teria recebido a informação de um preso do Centro de Inserção Social dando conta de que no comercial da vítima tinha um cofre com muito dinheiro”, disse o delegado.

No dia do crime, Neguinha, Chan, um adolescente de 17 anos e o quarto envolvido, Kaio Santos Pereira, de 19 anos, reuniram-se em frente casa de Neguinha, próximo ao estabelecimento comercial da vítima, para discutir as instruções sobre o crime. Ficou esclarecido Kaio e o menor R.J.D.S. foram os responsáveis pelos golpes que mataram a vítima. Kaio portava ainda uma arma de fogo, que não chegou a ser utilizada.

Outra informação levantada pelas investigações é que Neguinha orientou os executores do crime para que não efetuassem disparos de arma de fogo dentro do comércio e fechassem as portas do estabelecimento para não serem notados por terceiros. Sob efeito de drogas e totalmente descontrolados, os assaltantes mataram o comerciante, que não possuía cofre no estabelecimento, como pensavam os criminosos.

A ação rápida da Polícia Civil que resultou no esclarecimento do latrocínio em menos de uma semana, teve uma participação decisiva do Poder Judiciário e Ministério Público, que apreciaram celeremente as representações ofertadas pelo delegado. Dos quatro envolvidos, o único que ainda não está preso é Kaio Santos Pereira, que segue foragido da justiça com sua prisão já decretada.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Foto: Polícia Civil