Grupo Anti-Sequestro fecha ano de 2014 com elucidação de três crimes de grande repercussão

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O Grupo Anti-Sequestro (GAS) da Delegacia de Investigações Criminais (DEIC) fecha o ano de 2014 com a elucidação de três crimes de repercussão no Estado. Formado por doze policiais, sendo um delegado, dois escrivães e nove agentes, o grupo acompanhou crimes em Goiânia e no interior. Em todos eles, as investigações tiveram êxito, ou seja, os autores foram identificados e presos, os valores pagos pelas famílias foram recuperados, em sua grande parte, e as vítimas foram levadas novamente ao convívio familiar.

Em maio de 2014, o grupo (foto) solucionou o sequestro de um empresário, levado à força do escritório de sua empresa. O sequestro durou doze dias, tendo a vítima sido liberada após o pagamento do resgate. Por ocasião desse crime foram presos João José da Silva, José Carlos de Melo, Ronaldo José da Silveira, Robson Pires de Andrade e Wagner de Oliveira Machado. Além do dinheiro pago pelo resgate, a Polícia Civil recuperou ainda veículos e bens imóveis adquiridos com o valor pago pelo resgate.

Em julho de 2014, dois elementos sequestraram no Jardim Eldorado, em Aparecida de Goiânia, a criança RNF, de apenas quatro anos de idade. O sequestro durou dois dias e a vítima foi liberada após o pagamento do resgate. Os autores desse crime, Franceilton Martins de Oliveira, Ricardo Gomes de Sousa e os irmãos Leonardo e Luciano Cordeiro de Sousa, foram identificados e presos pelo GAS.

Quase no fim do ano de 2014, em novembro, o GAS solucionou o caso do sequestro da idosa A.V.M., de 68 anos de idade, moradora do município de Jataí. O sequestro durou cinco dias e a vítima foi liberada após o pagamento do resgate. Neste caso, foram presos David Felix Magalhães Silva Oliveira, Eufrázio Reis Morais da Silva, Nivair Lopes da Silva e Eilton Chaves dos Anjos. O valor pago aos criminosas também foi recuperado.

Conforme explica do delegado Glaydson Carvalho, coordenador do grupo, toda vez que é registrado um caso de extorsão mediante sequestro no Estado de Goiás, o GAS/DEIC é acionado e assume as investigações. Segundo ele, o primeiro passo é o contato imediato com familiares da vítima e a determinação de quem será o negociador. “Aí, buscamos informações sobre a vida pessoal da vítima, na tentativa de identificar supostos envolvidos”, conta.

Durante as investigações e negociações, a equipe de policiais é dividida em grupos. Uma parte fica na DEIC, efetuando pesquisas e interceptações telefônicas. Outra equipe fica junto à família, monitorando as negociações. Simultaneamente, outra parte dos policiais vai a campo e efetua levantamentos e investigações acerca dos suspeitos. “O principal objetivo do GAS é a integridade física da vítima. A negociação visa a liberação da vítima e o pagamento da menor quantia do resgate, para posterior prisão dos autores e recuperação dos valores”, explica Glaydson.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Foto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil