Livro Mulheres de Delegacia: A história da Policial Civil Delfina Tereza Pereira Oliveira de Paula

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Delfina Tereza Pereira Oliveira de Paula

A história que  vamos conhecer e que compõe o livro Mulheres de Delegacia é a da escrevente Delfina Tereza PereiraOliveira de Paula.

Considero que durante estes 27 anos de serviços prestados à Polícia Civil do Estado de Goiás, sempre fui respeitada pelos meus chefes e colegas de trabalho, não sofrendo ao longo deste tempo qualquer discriminação

Comecei a trabalhar na Polícia Civil no ano de 1984, através do concurso para escriturária. Fui lotada no Posto Policial Vera Cruz. Em 1986 fui aprovada no concurso para Escrevente. Neste mesmo ano lotada no 11º Distrito Policial e posteriormente na Delegacia Estadual de Investigações Criminais – DEIC. Na época a delegacia funcionava junto ao Estádio Serra Dourada(depois foi transferida para o complexo de delegacias especializadas na Cidade Jardim). Lá trabalhei por 16 anos, participando de diversas equipes de policiais e delegados na apuração de casos complexos, tais como seqüestro, roubo a banco e homicídio por pistolagens. Participei da criação dos grupos Anti sequestros e Roubo a Bancos existentes dentro da DEIC.  Após este longo período, fui lotada no Grupo de Investigação de Homicídios em Aparecida de Goiânia, e em seguida fui transferida para a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, onde exerço minhas funções há 9 anos.

Considero que durante estes 27 anos de serviços prestados à Polícia Civil, sempre fui respeitada pelos meus chefes e colegas de trabalho, não sofrendo qualquer discriminação. Tenho um bom relacionamento e amizade como todos eles, inclusive aqueles que já se aposentaram.

Nasci em Goiânia, estou com 55 anos de idade, sou casada, tenho 3 filhos(Ronaldo, Wilson e Fabiana) e 8 netos. Meu sonho de consumo é ver todos os netos casados. Adoro arroz com pequi. Não me considero uma pessoa vaidosa. Minha maquiagem se restringe ao batom. Meu livro de cabeceira é a bíblia.