Livro Mulheres de Delegacia: Hélia Lopes, Escrivã de Polícia, fala de sua experiência policial

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Hélia Lopes de Oliveira Matos

 

Foram vários os casos  que ganharam repercussão através do nosso trabalho  porque conseguimos

Hélia Lopes de Oliveira Matos

concluí-los, esclarecendo e dando a resposta que a sociedade exige tanto

 

Sou escrivã de polícia de 1ª classe. Ingressei na Polícia Civil em, 2000. Meu primeiro local de trabalho foi o 4º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia. Lá permaneci por três anos. A Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente – DPCA foi o meu 2º destino dentro da PC, onde estou até hoje.

O trabalho realizado na DPCA nos obriga a estar atualizado com os livros jurídicos o tempo todo. Foram vários os casos  que ganharam repercussão através do nosso trabalho,  porque conseguimos concluí-los, esclarecendo e dando a resposta que a sociedade exige tanto. De todos eles, cito dois casos em que trabalhei e que teve imensa repercussão: o caso do médico pedófilo Antônio Claret de Lima e o caso da menina torturada Lucélia.

Sou filha José Lopes de Oliveira e Joana José de Oliveira, tenho 35 anos, sou goiana de nascimento e de coração e formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC/GO