Polícia Civil de Catalão desvenda dois casos de homicídio. Um dos criminosos tem apenas 17 anos

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Em sentido horário, E.F., Antônio Navarro, Wister e Jéssica

A Polícia Civil de Catalão desvendou dois casos de homicídios recentes ocorridos na cidade e identificou os autores dos crimes, já presos. A primeira apreensão foi a de E.F.N.R., adolescente de 17 anos, que teria atirado e matado Giovani Martins da Silva, de 18 anos, em 14 de março de 2015. O crime teria sido motivado pela disputa por ponto de tráfico de drogas.

Segundo o delegado Vitor Oliveira Magalhães, vítima e autor se conheciam. Ao se apresentar espontaneamente à delegacia, no dia 17 de março, E. relatou que Giovani teria tentado o matar, dias antes do crime consumado. Desde então, ambos teriam passado a trocar ameaças por grupos de wathsapp.

Na noite do crime, a vítima estava em uma lanchonete, com amigos, quando o autor se aproximou e atirou contra Giovani, alvejado por cerca de cinco disparos. Ao confessar o crime, E. relatou que a moto utilizada no crime havia sido roubada no dia anterior. Toda a ação foi registradas pro câmeras de segurança. O maior que dirigia a motocicleta também já foi identificado. Trata-se de Antônio Navarro, vulgo Toezinho, ainda foragido.

Caso Ipanema
No dia 20 de março, a Polícia Civil de Catalão prendeu Jéssica Sayara Cirilo Silva, de 27 anos, Wister Nogueira Lopes dos Santos, de 20 anos, e Francisco Martins Borges, de 26 anos. Eles são suspeitos de matarem, no dia 3 de março de 2015, Elias Antônio de Oliveira Júnior. Ele foi colocado vivo dentro do porta-malas do próprio, espancado e enforcado com o próprio cinto.

De acordo com as investigações, a vítima, que conhecia Jéssica, havia bebido muito e encontrou o trio nas proximidades da rodoviária. Ele pegou o grupo e percorreu alguns pontos da cidade, provavelmente, em busca de drogas. Bêbado, Elias foi espancado para que desse dinheiro aos bandidos. Ao se negar a entregar mais valores, ele foi levado a uma mata, onde foi morto. O carro da vítima foi abandonado no Bairro Ipanema, por isso o nome dado ao caso.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Fotos: Polícia Civil / Catalão