Polícia Civil de Inhumas indicia professor de educação física acusado de crime de pedofilia

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Mensagem encontrada em computador do suspeito

A Polícia Civil de Inhumas, na região metropolitana de Goiânia, sob a coordenação do delegado Humberto Teófilo de Menezes Neto, remeteu, no dia 19 de janeiro, ao Poder Judiciário, o inquérito policial que investigou a participação do professor da rede pública municipal e estadual Ariomar Neves Araújo, conhecido como “Professor Mazinho”, em crimes de pedofilia.

O relatório final promoveu o indiciamento do professor de educação física de 52 anos por diversos crimes, dentre eles, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes, pornografia infantil, posse irregular de arma de fogo, cujas penas podem superar os 30 anos de prisão. Fotos, vídeos e mensagens trocadas com menores foram flagradas no notebook e no celular apreendidos na casa do docente.

Após a prisão de Mazinho, no dia 9 de janeiro, foram ouvidas aproximadamente 70 supostas vítimas, entre adolescentes e crianças, sendo que algumas confirmaram em seus depoimentos o aliciamento realizado pelo indiciado em locais diversos, dentre eles, ginásios de esportes, campos de futebol e quadras esportivas. Mazinho era investigado há quatro meses, após as denúncias de dois meninos, um de 11 e outro de 16 anos, que disseram ter sido abordados pelo professor, mas não chegaram a manter relação sexual.

O delegado Humberto Teófilo destaca a gravidade dos crimes que foram consumados, principalmente em relação ao crime de exploração sexual, recentemente inserido como crime hediondo, No relatório final, ele destaca que “Salta aos olhos o modus operandi e a audácia do professor de educação física da rede estadual e municipal de ensino Ariomar Neves Araújo para o cometimento de diversos crimes sexuais”.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Foto: Reprodução / Polícia Civil