DEIC prende três suspeitas de integrar quadrilha que roubava casas em Goiânia e Aparecida

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Mulhere4s integrantes da quadrilha desarticulada pela Polícia Civil
Mulheres integrantes da quadrilha presa pela Polícia Civil

Grupo tem 10 integrantes detidos,
sendo três menores e sete maiores.
Segundo a DEIC, suspeitos agiam
na capital e em Aparecida de Goiânia.

A Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) apresentou nesta sexta-feira (31) duas mulheres de 18 anos e uma de 23 suspeitas de integrar uma quadrilha de roubo a residências. Segundo a Polícia Civil, elas organizavam os crimes e vendiam os itens. Conforme as investigações realizadas pelo Grupo de Repressão a Roubos em Residências,  a quadrilha atuava em Goiânia e Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

O delegado responsável pelo caso, Mauricio Kai, informou que as jovens fazem parte do mesmo grupo detido no último dia 24 de julho. “O grupo tem mais de dez integrantes. Já prendemos sete maiores e três menores. Identificamos os demais membros e vamos prendê-los”, afirmou.

Uma das jovens de 18 anos foi presa na terça-feira (28) e as outras o dia seguinte em suas residências, localizadas no Setor Garavelo, em Goiânia. Na casa de um das delas foram encontrados 18,6 kg de maconha. O delegado explicou que o tráfico de drogas era uma segunda atividade desenvolvida pelo grupo como forma alternativa de renda.

Maurício Kai informou que os jovens atuavam há cerca de seis meses em Goiânia e em Aparecida de Goiânia, principalmente na região que divide as duas cidades.

“Os homens eram os responsáveis por encontrar as casas, surpreender as vítimas enquanto entravam ou saíam de casa e realizar os roubos. As três moças organizavam as atividades, influenciavam os menores a cometerem os crimes e eram responsáveis por vender os itens adquiridos”, explicou o delegado.

Segundo o delegado, as três jovens detidas devem responder por associação criminosa, receptação, tráfico de drogas e corrupção de menores. Se condenadas por todos os crimes, elas podem ficar presas por mais de dez anos.

Fonte: G1
Texto e foto: Vanessa Martins