Polícia Civil prende suspeito de estuprar menina abordada na saída de escola

354
estupro1
Foto G1/Reprodução

A Polícia Civil apresentou nesta terça-feira (8), por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida de Goiânia, Thiago Pereira de Oliveira, de 30 anos, suspeito de estuprar uma menina de 9 anos após abordá-la na saída da escola. De acordo com as investigações, o suspeito pegou a criança na escola, no último dia 3, alegando que a mãe dela havia pedido que ele a buscasse. Em seguida, o homem a levou para a casa dele, no Jardim Nova Olinda, onde a estuprou.

À polícia, a menina disse que o homem a ameaçava com uma faca, que ficou o tempo todo ao lado do colchão onde os abusos aconteceram. Segundo a delegada Caroline Borges Braga, titular da DPCA de Aparecida de Goiânia, antes de pegar a menina na escola, o suspeito foi até a casa dela e, com a desculpa de estar procurando por alguém, descobriu o nome da mãe da criança.

Após a abordagem, a menina entrou no carro do suspeito, que a levou até a casa dele, afirmando que iria pegar alguns documentos e depois a deixaria em casa. A delegada afirma que ele pediu a criança para descer com ele e, ao entrarem em casa, levou a vítima até um quarto, onde os abusos cometeram. “Através das investigações, nós descobrimos a casa, que é onde ele mora. O local estava exatamente como a criança havia descrito pra gente”, disse a delegada.

Após cometer o estupro, ele voltou a entrar no carro com a menina e a deixou próximo de casa. Conforme a delegada, após chegar em casa, a mãe, ao notar que a criança estava aparentemente abalada, começou a perguntar o que havia acontecido. Após o registro da ocorrência, a menina foi levada até o Instituto Médico Legal (IML), que detectou lesões nas partes íntimas da criança.

De acordo com as investigações, Thiago é casado com uma adolescente de 16 anos, com autorização dos pais. A delegada afirma que ele não tem antecedentes criminais e que a polícia não tem conhecimento de nenhum outro abuso que tenha sido semelhante a este na região. Ele deve responder pelo crime de estupro de vulnerável e, se for condenado, pode ficar de 8 a 15 anos preso.