Polícia Civil prende um dos suspeitos de matar funcionário de lotérica, em Luziânia

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Gabriel Gonçalves foi preso em MG pela Polícia Civil
Gabriel Gonçalves foi preso em Minas Gerais pela Polícia Civil

Segundo o delegado Rodrigo
Mendes, jovem de 19 anos
confessou que participou do
crime. Crime, que ocorreu
há dois meses, foi flagrado
por câmeras de segurança.

A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (16) Gabrie Gonçalves Barbosa,  um dos suspeitos de matar Cleiton Macianis, 28 anos,  funcionário de uma lotérica de Luziânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal, há dois meses. O criminoso, de 19 anos, já tem passagem pela polícia por homicídio e estava escondido na casa de um tio, em Minas Gerais. O outro suspeito de ter participado do crime já foi identificado, mas continua foragido.

A vítima tinha 27 anos e o crime foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento O delegado responsável pela prisão, Rodrigo Mendes, afirma que, ao ser preso, o jovem confessou envolvimento na morte do funcionário junto com o comparsa. “Ele [suspeito] alega que pelo fato das pessoas que se encontravam no interior da lotérica não terem aberto a porta, ficaram chateados e efetuaram os disparos”, disse.

Imagens do crime obtidas por câmeras de segurança
Imagens do crime obtidas por câmeras de segurança

Apesar da confissão, a Polícia Civil afirma que já possuía elementos suficientes para deter o suspeito. As investigações começaram logo após o crime e tiveram as imagens da câmeras de segurança como o principal item da apuração. O jovem foi indiciado por homicídio qualificado. Se condenado, pode ficar preso por até 30 anos.

As imagens registraram o suspeito e o comparsa entrando armados no estabelecimento, rendendo e agredindo o funcionário. Os homens tentaram quebrar o vidro dos caixas e arrombar a porta para chegar até a sala do cofre. Como não obtiveram sucesso, o jovem atirou na vítima. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Fonte: G1 / GO
OBS: Os nomes do autor e vítima foram acrescentados no texto pela Polícia Civil