Polícia Civil recaptura assaltante que fugiu em viatura quando era transferido para presídio

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A Polícia Civil apresentou na manhã desta sexta-feira (20/01) Marco Antônio Fiuza da Silva, 33 anos, recapturado na noite de ontem em Quirinópolis (GO), a 293 quilômetros de Goiânia. Marco Antônio tinha conseguido fugir em uma viatura da Polícia Civil quando era transferido de Guapó, onde estava preso, para a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia. Ele iria responder pelo crime de agressão contra a companheira.

Marco Antônio Fiuza: recapturado pela Polícia Civil em Quirinópolis

Marco Antônio, o Ligeirinho, que tem nove passagens pela polícia por furto e roubo, fugiu depois de render os policiais, roubar as duas armas e a viatura. Eles saíram de Aparecida de Goiânia e seguiam para o município de Guapó, quando Marco, que tem 1,63m de altura e os braços visivelmente finos, conseguiu se soltar das algemas. “Foi vacilo dos policiais. Eles me algemaram com as mãos para frentre e a algema estava bamba, o que facilitou muito minha fuga”, explicou. Ele abandonou o veículo ainda em Guapó, roubou uma moto, que mais tarde foi abandonada na rodovia próxima ao município. Seguiu para Indiara e, por fim, chegou em Quirinópolis. Durante a fuga, o acusado também roubou um celular e R$ 150 de um caminhoneiro que parou quando Marco pediu carona.

Os policiais chegaram à região depois de confirmar que familiares do fugitivo morariam em Quirinópolis. Ele foi preso quando saiu de um matagal, onde teria passado a noite, e tentou roubar um Chevrolet Astra.  Uma das armas roubadas dos policiais foi encontrada com Marco Antônio. A outra foi localizada com um morador de Guapó, que afirmou ter encontrado o revólver dentro de uma calha. “Ele responderá por porte ilegal de arma”, pontuou o delegado-titular da 2ª Regional de Aparecida de Goiânia, Rener de Sousa Moraes.

Investigações

Os dois policiais que estavam na viatura que transportava o preso são investigados pela Corregedoria da Polícia Civil. O delegado Rener de Sousa Moraes, classificou o caso como um “acidente de trabalho”, provocado por negligência ou imprudência. “Os policiais fazem parte de um grupo que fez a maior quantidade de prisões em 2011. São de confiança”, afirmou.

Texto e Foto: Michelle Barreto
Fonte: Site A Redação