Genarc, de Itumbiara, prende homem com veículo que havia sido roubado em São Paulo

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Jorge Henrique Alves Faria, de 25

Na noite de terça-feira, por volta das 19:00h, policiais civis do Genarc da 6ª DRP chefiados pelo delegado Regional Ricardo Chueire, efetuaram a prisão em flagrante de Jorge Henrique Alves Faria, 25. Em poder dele foi apreendida uma VW, modelo Saveiro, roubada na cidade de Brodósqui-SP há poucos meses atrás.

O veículo, para poder circular nas vias públicas foi alvo de clonagem, mas só de placas, ou seja, no automóvel estavam instaladas placas de outra VW/Saveiro, lícita, mas da cidade de Guanhães-MG. Quando os policiais civis consultaram a numeração de chassi e motor perceberam que se tratava realmente do veículo roubado citado acima e que o automóvel só usava as placas de um veículo “quente” para disfarçar.

Os policiais civis ainda lograram êxito em fazer contato telefônico com o dono do veículo “original” e este ficou surpreso ao dizer que seu veículo estava em sua casa, na sua garagem e que aqui em Goiás existia um “clone”. Terminada a ação policial Jorge recebeu voz de prisão e foi autuado pelo crime de receptação, bem como recolhido ao presídio de Sarandi. Apesar do crime ser passível de fiança, esta lhe foi negada em razão de sua extensa ficha criminal, conforme o delegado Ricardo Torres Chueire, apontando que Jorge tem passagens por furto a banco em Minas Gerais, na cidade de Ituiutaba, em caixas eletrônicos com uso de maçarico, assalto a um empresário em Itumbiara, tendo sido condenado em ambos os casos e atualmente  está no regime semiaberto.

O delegado diz ainda que o Facebook contribuiu para o desfecho da prisão, pois minutos antes da abordagem do suspeito, o nome do dono do veículo que havia sido alvo da clonagem  foi descoberto em consulta ao sistema, e o mesmo possuía conta na rede social, no que os agentes entraram em contato com ele imediatamente e o mesmo se mostrou surpreso ao descobrir que um carro com a mesma placa rodava em Goiás e afirmou que o seu estava em sua garagem. O Facebook facilitou o desfecho da investigação, uma vez que o contato com o  proprietário demandaria muito tempo, possivelmente tendo que se encaminhar pedido  à Polícia Civil em Guanhães-MG, onde o mesmo mora, para que se fosse deslocada viatura à sua procura.