Serial killer: Policiais civis da força-tarefa são homenageados na Câmara Municipal

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IMG_5156Cerca de 120 delegados, policiais, agentes, escrivães, agentes de investigação e outras categorias profissionais que viabilizaram a prisão do suposto serial killer, Tiago Henrique Gomes da Rocha, foram homenageados durante Sessão Especial realizada no dia 12 de dezembro, na Câmara Municipal de Goiânia. A iniciativa foi o vereador Dr. Bernardo do Cais(PSC)

Composição da Mesa
Presidida por Dr. Bernardo, a mesa foi composta pelo diretor geral da Polícia Civil, Dr. João Carlos Gorski, representando o governador Marconi Perillo; vereadores Anselmo Pereira (PSDB), Felisberto Tavares (PT) e Paulo da Farmácia (PROS); major Bruna, representando o Comando Geral da Polícia Militar do Estado de Goiás; Rogério Santana, sub-secretário de Segurança Pública; delegado Murilo Polati Rechinelli, que discursou em nome dos homenageados, e Júlio Silveira, presidente do PSC Municipal.

Motivos
Em seu discurso, Dr. Bernardo destacou a “ excelência dos profissionais de uma das mais importantes instituições do Estado, que mesmo à frente de tanta criminalidade, precariedade do sistema, déficit de pessoal e falta de condições de trabalho, não medem esforços na solução diária de crimes”. “A sessão de hoje visa enaltecer vocês que trabalharam nas investigações que culminaram na prisão do provável serial killer que aterrorizou Goiânia, trazendo de volta a paz aos goianienses e alívio às famílias das vítimas”, ressaltou.

O caso
Durante meses, as famílias de Goiânia viveram aterrorizadas, com medo de um serial killer que estaria matando mulheres a esmo na cidade. Entre janeiro e agosto, 16 foram assassinadas. Em 2012, pairou a mesma suspeita diante de uma série de execuções de moradores de rua. No dia 14 de outubro, a polícia prendeu o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, 26 anos, e anunciou ter desvendado esses mistérios após ele ter confessado 39 homicídios – entre suas vítimas também estavam homossexuais. “Ele matava porque sentia raiva de tudo e de todos”, afirmou Deusny Aparecido Silva Filho, superintendente da Polícia Civil. “Quando matava, ele relata que sentia alívio e parecia acabar com o estresse.” Durante 70 dias, uma força-tarefa da Polícia Civil investigou o assassinato das mulheres, a execução de um homem e outros crimes de agressão.

Texto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal / Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Fotos: Antônio Silva / Diretoria de Comunicação da Câmara Municipal