Na cadeia: Sogra e concunhada são presas por morte de agente prisional em Pirenópolis

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Aparecida e Elzirene
Elziene e Aparecida

Policiais civis de Pirenópolis cumpriram, no dia 29 de janeiro, mandado de prisão temporária contra Aparecida Neris da Cunha, de 60 anos, e Elziene Louredo da Cunha, conhecida como “Ná”, de 34 anos, respectivamente, sogra e concunhada de Joveci Ferreira da Costa, agente prisional morto no dia 11 de janeiro, em uma emboscada.

Julismar Bernardo de Camargo, de 21 anos, que teria agenciado o crime, também foi preso. O executor, Walter Bernadino de Camargo, de 49 anos, no entanto, continua foragido. De acordo com as investigações, coordenadas pelo delegado Bruno Costa e Silva, o agente prisional foi morto a mando das duas parentes. O executor é tio de Julismar, que o indicou e o apresentou para as mentoras do assassinato.

No dia do crime, Aparecida teria ligado para a Joveci pedindo que ele fosse à chácara onde ela reside, para ajudá-la a vacinar porcos. A mulher teria prometido ao genro uma leitoa, que seria abatida no aniversário da filha, esposa do agente. O executor do crime, Walter Bernadino, aguardou a vítima chegar à propriedade e o atingiu com tiros pelas costas e na cabeça.

O crime teria sido motivado por vingança, já que as mandantes do crime acreditavam que Joveci teria participado, em 2013, em Anápolis, da morte de Sebastião da Cunha Pereira Siqueira, vulgo Xuxa, filho de Aparecida e companheiro de Elziene. Segundo as mulheres, o próprio Joveci teria confessado a participação na morte, durante uma discussão. Segundo Bruno Costa, não há provas sobre a participação do agente no homicídio.

Texto: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
Foto: Polícia Civil / Pirenópolis