Traficantes presos pelo Genarc, de Anápolis. O 1º foi Júnior Negão. Depois, Rodrigo e Bruna

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Aguimar Cardoso, o Júnior Negão

Policiais Civis do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc), de  Anápolis, prenderam na sexta-feira (01.06), Aguimar Cardoso da Silva Júnior, de 35 anos, conhecido como Júnior Negão. O acusado, que tem registros criminais em Goiás e no Distrito Federal, foi autuado por tráfico de drogas e resistência a prisão. As investigações que levaram à prisão de Aguimar Cardoso duraram sete meses.

De acordo com o Delegado de Polícia, Alex Vasconcellos, Coordenador do Genarc,  a prisão de Júnior Negão ocorreu na residência do acusado durante o cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão, bem como de Prisão Preventiva. “O acusado afirmava em público que possuía a quantidade de droga que o cliente quisesse, o que demonstrava seu poder no mundo das drogas”, explica o Alex Vasconcellos.

Com o traficante foram apreendidas maconha, cocaína e uma balança digital. “Também fizemos as apreensões de uma moto esportiva e um automóvel de luxo, pois, segundo o próprio pai do autuado, são “finans”(veículos financiados, mas vendidos como senão tivessem reserva de domínio), o que motivou a investigação sobre o preso por crimes de  receptação”, conta o Delegado.

                                                                                    Outros presos

Rodrigo Neves Nunes, o Galego

Ainda no mesmo dia da prisão de Júnior Negão, os policiais do Genarc prenderam também por tráfico de drogas Rodrigo Neves Nunes, de 21 anos, conhecido como Galego, e Bruna Thais Carvalho, de 18 anos. Rodrigo Neves é, conforme o Delegado Alex Vasconcellos, é conhecido da Polícia Civil, que já o prendeu em flagrante delito anteriormente pelo mesmo crime.

Bruna Thais Carvalho

Segundo Alex Vasconcellos,  Rodrigo vendia os entorpecentes na companhia de Bruna e já vinham sendo investigados pelo Genarc.  “Eles foram presos no momento em que um usuário tentava resgatar a motocicleta de R$6.900 que havia deixado com Galego e Bruna como garantia de uma dívida de R$ 900. O acusado não aceitou o pagamento e ainda fez o usuário aceitar mais três pedras de crack”, conta Alex Vasconcellos.

Alex Vasconcellos disse ainda que foram detidos também outros três usuários, os quais  confirmaram comprar drogas do casal e que utilizavam a casa de Bruna para usar os entorpecentes.

Texto: Delegado de Polícia Norton Luiz Ferreira – Assessor de Comunicação da Polícia Civil, com o Genarc