Em Niquelândia, inquirido como testemunha é preso ao prestar depoimento

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lula
Luiz Carlos de Faria

Policiais civis do Grupo de Repressão a Narcóticos/Grupo de Investigação de Homicídios (Genarc/GIH) de Niquelândia prederam, no dia 22 de janeiro, Luiz Carlos de Faria, vulgo “Lula”, que havia ido à sede da especializada para prestar depoimento como testemunha do crime de homicídio que vitimou o policial civil aposentado, Virgílio Costa, ocorrido no dia 22 de janeiro do corrente ano.

Enquanto era qualificado para ser ouvido, diante da solicitação de documentação, Luiz apresentou um documento de identidade do Distrito Federal falsificado. Percebido o indício da falsidade do documento, os policiais indagaram o depoente sobre a autenticidade do mesmo. Luiz, então, confessou que, ao ser intimado, providenciou um documento falso, já que, segundo ele mesmo, havia contra ele um mandado de prisão, por homicídio ocorrido em 1992, em Anápolis.

Após Luiz ter informado sua qualificação correta, foi confirmada a existência do mandado de prisão, o qual foi imediatamente cumprido. Além disso, considerando o uso do documento falso, Luiz Carlos de Faria recebeu voz de prisão e foi autuado em flagrante delito, tendo sido conduzido ao Centro de Inserção Social (CIS) de Niquelândia tanto pelo crime de uso de documento falso, quanto pelo mandado de prisão pelo crime de homicídio.