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Polícia Civil participa de balanço das forças de segurança sobre os índices criminais

A Polícia Civil de Goiás esteve, na manhã de hoje (08), na cerimônia de apresentação do balanço das forças de segurança relativa aos índices criminais do primeiro semestre de 2024. O balanço foi apresentado pelo secretário de Segurança Pública, Renato Brum dos Santos, ao governador Ronaldo Caiado. O levantamento feito pelo Observatório de Segurança Pública mostra que, neste primeiro semestre de 2024, em Goiás os Crimes Violentos Letais Intencionais registraram redução de -10,6% no número de Homicídios Dolosos no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2023 foram registrados 519, e em 2024 foram 464, no primeiro semestre. Em 2024, no mesmo período, 128 municípios não registraram homicídio consumado. No caso de feminicídios, a redução registrada é de -37,5%, sendo 32 em 2023, e 20 neste ano.
Os registros de Roubo a Transeunte caíram -31,1%, sendo 4.328 em 2023, e 2.982 neste ano. O número de Roubo de Veículos também apresentou queda de -27%. De 512 em 2023 para 374, em 2024. As ocorrências de Roubo em comércio caíram 20,5%. Em 2023 foram 331, e no ano passado 263. Já os Roubos a Residências tiveram redução de -15,6%, sendo 276 no ano de 2023 e 233 em 2024. O registro de Roubos de Carga apresentou uma das maiores reduções, de -71,4%. Em 2023 foram 21 casos, já em 2024 foram 6. O índice de Roubo a Instituição Financeira continua zerado e desde 2019 o Estado de Goiás não registra nenhum registro desse crime.
No primeiro semestre deste ano, a Polícia Civil remeteu ao Judiciário 8.013 Inquéritos Policiais com Autoria Definida só em relação aos crimes envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher. Em seu discurso, o delegado-geral da PCGO André Ganga ressaltou a operacionalidade da instituição e falou do foco nos novos nichos criminais: “O índice de resolução criminal total nosso é de 92,5%, o maior do Brasil. Foram mais de R$ 470 milhões em bens apreendidos e valores bloqueados das organizações criminosas somente neste ano. E estamos trabalhando em mais de R$ 320 milhões em recuperação de ativos, afetos à Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT)”, pontuou o chefe da PCGO.

 

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