PCGO apura comercialização irregular de medicamentos e apreende produtos avaliados em R$ 100 mil

A Polícia Civil de Goiás, por meio da Central Geral de Flagrantes de Goiânia, em ação conjunta a 4ª Delegacia Distrital de Polícia – 1ª DRP, após receber notícia anônima, na última terça-feira (3), apurou a existência de um veículo branco que estaria realizando a distribuição irregular de medicamentos para emagrecimento em diversos setores de Goiânia, especialmente nos setores Bueno e Jardim Nova Esperança. As informações indicavam, ainda, a participação de uma balconista de farmácia na captação de clientes interessados nos produtos.
Diante da notícia-crime, as equipes policiais iniciaram diligências para verificar a procedência das informações, passando a monitorar a balconista da farmácia, o que possibilitou a identificação dos integrantes do chamado “Carro Branco”.
Após a identificação, os suspeitos passaram a ser monitorados, a fim de confirmar o teor da denúncia. Em determinado momento, foi possível flagrar uma suposta entrega dos medicamentos, ocasião em que, diante da justa causa, a equipe realizou a abordagem do veículo, sendo encontradas duas caixas de isopor contendo quatro recipientes de tirzepatida 15 mg.
Durante a entrevista com os abordados, constatou-se que entre eles estavam uma enfermeira e seu marido, além da confirmação da participação da balconista da farmácia no esquema de vendas, a qual recebia comissão por cada cliente captado. Com base nos elementos colhidos, a equipe policial entendeu haver causa provável para realizar diligência na residência do casal, onde foram encontrados 234 frascos de medicamentos rotulados como tirzepatida nas dosagens de 15 mg, 10 mg e 7,5 mg (TG, Tirzec e Lipolees), além de três canetas de Retatrutida e duas canetas de Mounjaro, avaliados em aproximadamente R$ 100 mil.
Todo o material apreendido, bem como os envolvidos, foram encaminhados à unidade policial e apresentados à autoridade policial.
Após a análise inicial, a autoridade policial determinou a apreensão de todos os medicamentos para submissão à perícia, a fim de comprovar a materialidade delitiva, bem como a oitiva dos envolvidos, que foram liberados para responder ao inquérito policial.
PCGO: investigar para proteger 🚔





