Agente de Polícia Érika Lima de Souza conta a sua história no Livro Mulheres de Delegacia
Érika Lima de Souza

Acredito que na época do meu ingresso na Polícia Civil, a presença feminina já era uma constante nessa Instituição e felizmente vista com naturalidade. Todavia, não deixou de ser um desafio iniciar uma carreira profissional onde a maioria dos servidores é composta por homens
Sou agente de polícia de 2ª Classe, tendo ingressado na carreira policial em 2001. Sou formada em Direito pela PUC/Goiás. Trabalhei na Superintendência de Polícia Judiciária, na Delegacia de Apuração de Atos Infracionais – DEPAI, na 1ª Delegacia Regional de Polícia e atualmente trabalho na Gerência de Ensino da Polícia Civil.
O fato de ter ingressado na Polícia Civil do Estado de Goiás com 20 anos e ser mulher não acarretou nenhuma dificuldade na realização do trabalho. Ao contrário, sempre fui tratada com respeito e cordialidade por todos. Acredito que na época do meu ingresso, a presença feminina já era uma constante nessa Instituição e felizmente vista com naturalidade. Todavia, não deixou de ser um desafio iniciar uma carreira profissional, onde a maioria dos servidores é composta por homens. Certamente esse fato gerou no início um pouco de insegurança e apreensão por receio de não corresponder às expectativas dos chefes e colegas de trabalho com relação as tarefas exigidas pelo cargo.
Já são quase onze anos de atuação na carreira policial, exercendo o cargo de Agente de Polícia, profissão da qual tenho imenso orgulho e satisfação de pertencer ao quadro de servidores da Polícia Civil do Estado de Goiás.
